sábado, 12 de março de 2011
Por Carolina Caetano - Pelo meu aniversário.
Matisse!
"Amanhece
sim, vê a claridade rebenta
esta é a primeira vez aqui
esta nunca estivera como um outro
ainda o mesmo dia
é a primeira vez dela aqui, esta luz
e aquela
era um bebê pela manhã
e conheceu-nos. Depois morre
Têm grandes capacidades
a borboleta e a luz
de envelhecer e morrer num mesmo dia
em que conhecem-nos
amanhece
sim, ainda nos conhecíamos quando
quando foi que trocara-se o dia?
ainda o dia, o mesmo dia
preguiçoso e corpulento:
uma inteira vida.
Todas as santas vidas
a manhã é que se nasce e desafaz
e trocam-se
as manhãs e as borboletas
à soma apropriada: parecida. Plurais.
Ainda hoje haveremos de nascer
e de morrer haveremos
ainda nos conhecíamos quando
quando é que o dia não deixa de correr?
Ainda hoje amávamo-nos
para o sempre."
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12 comentários:
morzinho,
por aquilo que todos sabem,
por aquilo que só nós sabemos,
o mesmo amor, sempre.
obrigada pelo tecido.
um beijo.
[são grandes cartas, as das marés que se amanhecem, contendo tudo: estrela, vidência, noite clara, vento e madrugada... essa ciência do sempre que nos aclara]
belíssimo,
para quem o desenhou,
para quem o tomou,
duplo, imenso abraço, Betina
Leonardo B.
leonardo b.
reparaste? o amor é sempre o mesmo, independente das terminações nervosas e sensores envolvidos no afeto.
assim como o nosso!
um beijo, meu irmão.
isso te ama!
Ai, War!!! E muito, mulher! Fico até esfarelada. E para o sempre...
...que
assim
seja...
tbj
wal...
ela me ama!
carolina,
por falar em amor, e aquele negócio que eu te pedi para fazer? hum... lembra? coisa de quem ama, certo?
PS: carolina... eu fiquei sem chão com o verso....
guru,
e assim se faça!
um beijo, querido.
Betina, frô... Tô esperando um plano perfeito acometer minhas idéias. Hehe.
Ps.: a imagem foi perfeita! Também arranca o chão.
eu te levo, de empresto a curvinha da minha asa, te coloco embaixo... vamos?
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